Jornal Brasileiro de Pneumologia

ISSN (on-line): 1806-3756

ISSN (impressa): 1806-3713

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A pesquisa experimental na pneumologia brasileira

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2002;28(6):307-308

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Ação da adenosina na circulação pulmonar de pacientes com hipertensão pulmonar primária

Effect of adenosine on pulmonary circulation in patients with primary pulmonary hypertension

Rogerio Souza, Marcelo Britto Passos Amato, Sergio Eduardo Demarzo, Daniel Deheinzelin, Carmen Silvia Valente Barbas, Pedro Caruso, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2005;31(1):-

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Introdução: A adenosina é um nucleosídeo com potente ação vasodilatadora. Apesar de seus efeitos sobre o território arterial pulmonar ser conhecido, seu efeito sobre o território capilar/venoso ainda não foi descrito. Objetivo: Estudar o comportamento das resistências arterial e venosa da circulação pulmonar de pacientes com hipertensão pulmonar primária antes e depois da administração de adenosina. Método: Foram estudados sete pacientes com hipertensão pulmonar primária que apresentaram resposta positiva durante o teste agudo com adenosina. Resistência arterial e resistência venosa foram determinadas pela estimativa da pressão capilar pulmonar realizada através da análise da curva de decaimento da pressão arterial pulmonar, antes e depois da administração da adenosina. Resultados: Após a administração da adenosina, houve um aumento do índice cardíaco (1,71 ± 0,23 para 2,72 ± 0,74 L.min-1.m-2) com concomitante diminuição da resistência vascular pulmonar (2.924 ± 1.060 para 1.975 ± 764 dina.s.cm-5.m-2), sem variações significativas da pressão arterial pulmonar média (75,6 ± 16,8 para 78,1 ± 18,8 mmHg), da pressão de oclusão da artéria pulmonar (15,3 ± 1,5 para 15,4 ± 1,9 mmHg) e da pressão capilar pulmonar (43,8 ± 5,8 para 44,5 ± 4,9 mmHg). A proporção entre a resistência arterial e a resistência vascular pulmonar total também apresentou variação não significativa (50 ± 15 para 49 ± 17%). Estes achados sugerem que a adenosina teve ação não somente sobre o território arterial mas também sobre o território capilar/venoso. Conclusão: Os autores concluem que o mecanismo de ação da adenosina não é restrito ao território arterial da circulação pulmonar e que este tipo de análise, através da determinação da pressão capilar pulmonar, pode ser útil no estudo das diversas drogas que agem sobre a circulação pulmonar.

 


Palavras-chave: Descritores: Adenosina/farmacocinética. Adenosina/uso terapêutico. Pressão arterial. Hipertensão pulmonar.

 


Avaliação de reanimadores manuais utilizados em UTIs brasileiras

Evaluation of manual resuscitators used in ICUs in Brazil

Tatiana de Arruda Ortiz, Germano Forti Junior, Márcia Souza Volpe, Marcelo do Amaral Beraldo, Marcelo Britto Passos Amato, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho, Mauro Roberto Tucci

J Bras Pneumol.2013;39(5):595-603

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Objetivo: Analisar a morbidade psicológica como um moderador na relação entre as representações do tabaco e a qualidade de vida em fumantes e ex-fumantes, assim como conhecer as variáveis psicológicas que discriminam os fumantes com e sem intenção para deixar de fumar. Métodos: Estudo quantitativo, correlacional e transversal com uma amostra de conveniência constituída por 224 fumantes e 169 ex-fumantes. Resultados: Verificou-se um efeito moderador da morbidade psicológica na relação entre a qualidade de vida (física e mental) e as representações do tabaco (representações cognitivas e emocionais e compreensão) nos fumantes e nos ex-fumantes. Os fumantes com intenção para deixar de fumar apresentavam menor compreensão, representações emocionais mais ameaçadoras, mais crenças de comportamento, maior controle comportamental percebido e mais crenças normativas/controle do que aqueles sem essa intenção. Conclusões: Os resultados deste estudo enfatizam a importância da morbidade psicológica como moderadora, bem como das variáveis sociocognitivas, junto dos fumantes que querem deixar de fumar.

 


Palavras-chave: Hábito de fumar/psicologia; Abandono do hábito de fumar; Hábito de fumar/prevenção & controle.

 


Cistos pulmonares na paracoccidioidomicose crônica

Lung cysts in chronic paracoccidioidomycosis

André Nathan Costa, Edson Marchiori, Gil Benard, Mariana Sponholz Araújo, Bruno Guedes Baldi, Ronaldo Adib Kairalla, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2013;39(3):368-372

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Os cistos pulmonares na TCAR são caracterizados por áreas arredondadas de baixo coeficiente de atenuação no parênquima pulmonar com uma interface bem definida com o pulmão adjacente normal. As doenças pulmonares císticas mais comuns são linfangioleiomiomatose, histiocitose de células de Langerhans e pneumonia intersticial linfocítica. Em uma análise retrospectiva de achados de TCAR em 50 pacientes com diagnóstico de paracoccidioidomicose crônica residual, observou-se a presença de cistos pulmonares em 5 casos (10%), mostrando que pacientes com paracoccidioidomicose podem apresentar cistos pulmonares na TCAR. Portanto, essa infecção deve entrar no diagnóstico diferencial das doenças císticas pulmonares.

 


Palavras-chave: Paracoccidioidomicose; Cistos; Tomografia computadorizada multidetectores.

 


Colagenose pulmão dominante em pacientes com doença pulmonar intersticial: prevalência, estabilidade funcional e manifestações extratorácicas comuns

Lung-dominant connective tissue disease among patients with inter-stitial lung disease: prevalence, functional stability, and common extrathoracic features

Daniel Antunes Silva Pereira, Olívia Meira Dias, Guilherme Eler de Almeida, Mariana Sponholz Araujo, Letícia Barbosa Kawano-Dourado, Bruno Guedes Baldi, Ronaldo Adib Kairalla, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2015;41(2):151-160

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Objetivo: Descrever as características de uma coorte de pacientes com colagenose pulmão dominante (CPD). Métodos: Estudo retrospectivo de pacientes com doença pulmonar intersticial (DPI), anticorpo antinuclear (ANA) positivo (≥ 1/320), com ou sem autoanticorpos específicos, e com a presença de ao menos uma manifestação clínica sugestiva de doença do tecido conjuntivo (DTC). Resultados: Dos 1.998 avaliados, 52 preencheram inicialmente os critérios para o diagnóstico de CPD: 37% eram homens; a média de idade ao diagnóstico era de 56 anos e a mediana do tempo de seguimento era de 48 meses. Durante o seguimento, 8 pacientes preencheram os critérios para um diagnóstico definitivo de DTC. Os 44 pacientes restantes formaram o grupo CPD, no qual as manifestações extratorácicas mais prevalentes foram artralgia, doença do refluxo gastroesofágico e fenômeno de Raynaud. Os autoanticorpos mais prevalentes nesse grupo foram ANA (89%) e anti-SSA (anti-Ro, 27%). A média de CVF no início e na última avaliação foi de 69,5% e 74,0% do predito, respectivamente (p > 0,05). Pneumonia intersticial não específica e pneumonia intersticial usual foram identificadas em 45% e 9% das TCARs, respectivamente; 36% das TCARs eram não classificáveis. Uma prevalência semelhante foi identificada na histologia. Dilatação esofágica difusa foi identificada em 52% das TCARs. Capilaroscopia subungueal foi realizada em 22 pacientes; 17 apresentavam um padrão de esclerodermia. Conclusões: No grupo CPD, houve predominância feminina, e os pacientes apresentaram alterações espirométricas leves ao diagnóstico, com diferentes padrões de DPI, em sua maioria não classificáveis, tanto em TCAR como na histologia. Estabilidade funcional foi identificada no seguimento. A dilatação esofágica em TCAR e o padrão de esclerodermia na capilaroscopia subungueal foram achados frequentes que poderiam servir como critérios diagnósticos.

 


Palavras-chave: Pneumonias intersticiais idiopáticas; Autoanticorpos; Doenças do tecido conjuntivo; Autoimunidade.

 


Combinação de fibrose pulmonar e enfisema: uma doença cada vez mais reconhecida

Combined pulmonary fibrosis and emphysema: an increasingly recognized condition

Olívia Meira Dias, Bruno Guedes Baldi, André Nathan Costa, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2014;40(3):304-312

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A combinação de fibrose pulmonar e enfisema (CFPE) é cada vez mais reconhecida na literatura. Os pacientes são geralmente fumantes pesados ou ex-fumantes nos quais a TCAR de tórax revela enfisema nos lobos superiores e, concomitantemente, fibrose nos lobos inferiores. Esses pacientes comumente apresentam dispneia grave e baixa DLCO, não obstante os volumes pulmonares relativamente preservados em exames espirométricos. Hipertensão arterial pulmonar de moderada a grave e aumento da incidência de câncer de pulmão também são comuns nesses pacientes. Infelizmente, ainda não existe um tratamento eficaz para a CFPE. O objetivo desta revisão é discutir o que se sabe atualmente a respeito da patogênese, das características clínicas e dos fatores prognósticos da CFPE. Como a maioria dos dados publicados baseia-se em análise retrospectiva, são necessários mais estudos sobre o papel do enfisema e seus subtipos, a progressão da fibrose/enfisema e sua correlação com a inflamação, as opções de tratamento e o prognóstico em pacientes com CFPE.

 


Palavras-chave: Fibrose pulmonar; Enfisema; Hipertensão pulmonar; Doenças pulmonares intersticiais.

 


Desempenho de ventiladores de UTI durante ventilação não invasiva com grandes vazamentos em máscara facial total: estudo em simulador mecânico

Performance of ICU ventilators during noninvasive ventilation with large leaks in a total face mask: a bench study

Maria Aparecida Miyuki Nakamura, Eduardo Leite Vieira Costa, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho, Mauro Roberto Tucci

J Bras Pneumol.2014;40(3):294-303

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Objetivo: O desconforto e a falta de adaptação às interfaces de ventilação não invasiva (VNI) são obstáculos ao sucesso da VNI. A máscara facial total (MFT) é uma interface de VNI considerada muito confortável. No entanto, devido a seu grande volume interno e, consequentemente, ao aumento da reinalação de CO2, a MFT tem orifícios que permitem vazamentos proximais para melhorar a eliminação de CO2. É possível que os ventiladores usados na UTI não compensem esse vazamento adequadamente. Neste estudo, buscamos determinar se ventiladores de UTI com módulo de VNI podem ser usados com MFT com grandes vazamentos. Métodos: Estudo em simulador mecânico conduzido em um laboratório universitário de pesquisa. Oito ventiladores de UTI equipados para realizar VNI e um ventilador específico para VNI foram conectados a uma MFT com grandes vazamentos. Todos foram testados com dois níveis de positive end-expiratory pressure (PEEP, pressão expiratória final positiva) e três níveis de pressão de suporte. As variáveis analisadas foram disparo do ventilador, ciclagem, vazamento total e pressurização. Resultados: Dos oito ventiladores de UTI, quatro não funcionaram (autodisparo ou desligamento inapropriado por detecção incorreta de desconexão), três funcionaram com alguns problemas (valores baixos de PEEP ou grande atraso na ciclagem do ventilador) e apenas um funcionou adequadamente. Conclusões: A maioria dos ventiladores de UTI testados mostrou-se inadequada para VNI com MFT com grandes vazamentos.

 


Palavras-chave: Ventiladores mecânicos; Respiração com pressão positiva; Ventilação não invasiva; Segurança de equipamentos; Falha de equipamento; Máscaras.

 


Destaques das Diretrizes de Doenças Pulmonares Intersticiais da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Highlights of the Brazilian Thoracic Association Guidelines for Interstitial Lung Diseases

Bruno Guedes Baldi, Carlos Alberto de Castro Pereira, Adalberto Sperb Rubin, Alfredo Nicodemos da Cruz Santana, André Nathan Costa, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho, Eduardo Algranti, Eduardo Mello de Capitani, Eduardo Pamplona Bethlem, Ester Nei Aparecida Martins Coletta, Jaquelina Sonoe Ota Arakaki, José Antônio Baddini Martinez, Jozélio Freire de Carvalho, Leila John Marques Steidle, Marcelo Jorge Jacó Rocha, Mariana Silva Lima, Maria Raquel Soares, Marlova Luzzi Caramori, Miguel Abidon Aidé, Rimarcs Gomes Ferreira, Ronaldo Adib Kairalla, Rudolf Krawczenko Feitoza de Oliveira, Sérgio Jezler, Sílvia Carla Sousa Rodrigues, Suzana Pinheiro Pimenta

J Bras Pneumol.2012;38(3):282-291

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As doenças pulmonares intersticiais (DPIs) são afecções heterogêneas, envolvendo um elevado número de condições, cuja abordagem ainda é um grande desafio para o pneumologista. As Diretrizes de DPIs da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, publicadas em 2012, foram estabelecidas com o intuito de fornecer aos pneumologistas brasileiros um instrumento que possa facilitar a abordagem dos pacientes com DPIs, padronizando-se os critérios utilizados para a definição diagnóstica das diferentes condições, além de orientar sobre o melhor tratamento nas diferentes situações. Esse artigo teve como objetivo descrever resumidamente os principais destaques dessas diretrizes.

 


Palavras-chave: Doenças pulmonares intersticiais; Guias como assunto; Brasil.

 


Divulgação do fator de impacto do Jornal Brasileiro de Pneumologia: consolidação de um longo e árduo trabalho

Publication of the impact factor of the Brazilian Journal of Pulmonology: a milestone on a long and arduous journey

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho, Bruno Guedes Baldi, Carlos Viana Poyares Jardim, Pedro Caruso

J Bras Pneumol.2012;38(4):417-418

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Doença pulmonar em pacientes com artrite reumatoide: avaliação radiográfica e espirométrica

Pulmonary involvement in rheumatoid arthritis: evaluation by radiography and spirometry

Alexandre Melo Kawassaki1, Daniel Antunes Silva Pereira1, Fernando Uliana Kay2, Ieda Maria Magalhães Laurindo3, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho4, Ronaldo Adib Kairalla1

J Bras Pneumol.2015;41(4):331-342

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Objetivo: Determinar se métodos diagnósticos de baixa complexidade podem fornecer informações relevantes sobre doença pulmonar em pacientes com artrite reumatoide (AR). Métodos: Pacientes com AR foram selecionados aleatoriamente para um estudo transversal envolvendo avaliação clínica pulmonar, oximetria de pulso (SpO2) em repouso, radiografia de tórax e espirometria. Resultados: Um total de 246 pacientes foi submetido à avaliação completa. Metade dos pacientes na amostra relatou história de tabagismo. A proporção de pacientes com resultados anormais na espirometria, radiografia de tórax e SpO2 foi de, respectivamente, 30%, 45% e 13%. Resultados normais em radiografia de tórax, espirometria e SpO2 foram observados simultaneamente em apenas 41% dos pacientes com AR. História de tabagismo foi associada a achados espirométricos anormais, de doença pulmonar obstrutiva e de doença pulmonar restritiva, assim como radiografia de tórax anormal e com padrão intersticial. Na comparação dos pacientes com exames normais (n = 101) com aqueles com exames com alguma alteração (n = 145), houve uma diferença estatisticamente significante entre os dois grupos em relação a idade e história de tabagismo. Interessantemente, sinais de doença de vias aéreas foram observados em quase metade dos pacientes com relato de baixa exposição ao tabagismo ou de nunca ter sido fumante. Conclusões: O comprometimento pulmonar na AR pode ser identificado através de uma combinação de métodos diagnósticos simples, seguros e de baixo custo. Nossos resultados sugerem que pacientes com AR e sinais de acometimento pulmonar devem ser avaliados quanto a possíveis anormalidades pulmonares, mesmo na ausência de sintomas respiratórios.

 


Palavras-chave: Artrite reumatoide; Doenças pulmonares intersticiais; Espirometria; Radiografia torácica; Obstrução das vias respiratórias.

 


Doença pulmonar intersticial aguda induzida por adalimumabe em paciente com artrite reumatoide

Adalimumab-induced acute interstitial lung disease in a patient with rheumatoid arthritis

Olívia Meira Dias, Daniel Antunes Silva Pereira, Bruno Guedes Baldi, André Nathan Costa, Rodrigo Abensur Athanazio, Ronaldo Adib Kairalla, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2014;40(1):77-81

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O uso de imunobiológicos no tratamento das doenças autoimunes é cada vez mais frequente na prática médica. Terapias anti-TNF têm sido cada vez mais utilizadas nas doenças autoimunes refratárias, especialmente na artrite reumatoide, com resultados promissores. Entretanto, o uso dessas terapias está relacionado ao aumento do risco do desenvolvimento de outras doenças autoimunes. Adicionalmente, o uso de agentes anti-TNF pode determinar repercussões pulmonares, como a reativação de infecções por micobactérias e fungos e o desenvolvimento de sarcoidose e de outras doenças pulmonares intersticiais (DPIs). A associação de DPI e uso dos agentes anti-TNF, em especial infliximabe e etanercepte, já foi descrita. O adalimumabe é a mais nova droga dessa classe, e algumas publicações sugerem que seu uso pode determinar a indução ou mesmo a exacerbação de DPIs preexistentes. Neste estudo, relatamos o primeiro caso de DPI aguda secundária à utilização de adalimumabe, em uma paciente portadora de artrite reumatoide sem DPI prévia no Brasil.

 


Palavras-chave: Doenças pulmonares intersticiais; Artrite reumatoide; Antirreumáticos; Anticorpos monoclonais humanizados/efeitos adversos.

 


Doenças pulmonares císticas difusas: diagnóstico diferencial

Diffuse cystic lung diseases: differential diagnosis

Bruno Guedes Baldi1, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho1, Olívia Meira Dias1, Edson Marchiori2,3, Bruno Hochhegger4,5,6

J Bras Pneumol.2017;43(2):140-149

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As doenças pulmonares císticas difusas se caracterizam pela presença de cistos envolvendo mais de um lobo pulmonar, que se originam por diversos mecanismos, incluindo dilatação dos espaços aéreos distais por obstrução, necrose das paredes das vias aéreas e destruição do parênquima. Essas doenças apresentam evolução variável. A TCAR é fundamental na avaliação dessas doenças uma vez que permite uma melhor caracterização dos cistos pulmonares, incluindo sua distribuição, tamanho, extensão e regularidade das paredes, assim como a determinação de outras lesões pulmonares e extrapulmonares associadas. Frequentemente a TCAR é suficiente para a definição etiológica dos cistos pulmonares difusos, associada a achados clínicos e laboratoriais, sem a necessidade de realização de biópsia pulmonar. O diagnóstico diferencial das doenças pulmonares císticas difusas é extenso, incluindo etiologias neoplásicas, inflamatórias e infecciosas, sendo as mais frequentes determinantes desse padrão tomográfico a histiocitose pulmonar de células de Langerhans, a linfangioleiomiomatose, a pneumonia intersticial linfocitária e a bronquiolite folicular. Novas etiologias foram incluídas como potenciais determinantes desse padrão.

 


Palavras-chave: Cistos; Diagnóstico diferencial; Doenças pulmonares intersticiais; Tomografia computadorizada por raios X.

 


Doxiciclina em pacientes com linfangioleiomiomatose: segurança e eficácia no bloqueio de metaloproteinases

Doxycycline use in patients with lymphangioleiomyomatosis: safety and efficacy in metalloproteinase blockade

Suzana Pinheiro Pimenta, Bruno Guedes Baldi, Milena Marques Pagliarelli Acencio, Ronaldo Adib Kairalla, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2011;37(4):424-430

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Objetivo: A linfangioleiomiomatose (LAM) é caracterizada pela presença de cistos pulmonares, cuja formação está associada à hiperreatividade de metaloproteinases de matriz (MMP), principalmente MMP-2 e MMP-9. Objetivamos comparar os níveis dessas MMPs entre pacientes com LAM e controles saudáveis, assim como avaliar, nas pacientes com LAM, a segurança e a eficácia do tratamento com doxiciclina, um potente inibidor de MMPs. Métodos: Estudo clínico prospectivo no qual as pacientes com LAM receberam doxiciclina (100 mg/dia) por seis meses, coletando-se amostras de urina e sangue para a dosagem de MMP-2 e MMP-9 antes e ao final do período. Foram ainda obtidas amostras de 10 mulheres saudáveis. Resultados: De 41 pacientes com LAM que iniciaram o tratamento, 34 concluíram o protocolo. Os níveis de MMP-9 sérica e urinária foram significativamente inferiores no grupo controle (p < 0,0001). Comparando-se os valores antes e após o tratamento, a mediana do nível sérico da MMP-9 reduziu de 919 ng/mL para 871 ng/mL (p = 0,05), enquanto a mediana da dosagem urinária de MMP-9 diminui de 11.558 pg/mL para 7.315 pg/mL (p = 0,10). A mediana da MMP-2 sérica apresentou um decréscimo significativo após o tratamento (p = 0,04). Não foram detectados níveis de MMP-2 urinária. Epigastralgia, náuseas e diarreia foram os efeitos adversos mais prevalentes, e geralmente autolimitados. Apenas 1 paciente interrompeu o tratamento devido a efeitos colaterais. Conclusões: Pela primeira vez, conseguiu-se evidenciar em pacientes com LAM a redução dos níveis séricos e urinários de MMPs após o uso de doxiciclina, que se mostrou uma medicação segura, com efeitos colaterais leves e toleráveis.

 


Palavras-chave: Linfangioleiomiomatose; Metaloproteinases da matriz; Doxiciclina.

 


Doxiciclina em pacientes com linfangioleiomiomatose: biomarcadores e resposta funcional pulmonar

Doxycycline use in patients with lymphangioleiomyomatosis: biomarkers and pulmonary function response

Suzana Pinheiro Pimenta, Bruno Guedes Baldi, Ronaldo Adib Kairalla, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2013;39(1):5-15

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Abstract

Objective: To assess blockade of matrix metalloproteinase (MMP)-2 and MMP-9, as well as the variation in FEV1, in patients with lymphangioleiomyomatosis (LAM) treated with doxycycline (a known MMP inhibitor) for 12 months. Methods: An open-label, single-arm, interventional clinical trial in which LAM patients received doxycycline (100 mg/day) for 12 months. Patients underwent full pulmonary function testing, a six-minute walk test, and quality of life assessment, as well as blood and urine sampling for quantification of MMP-2, MMP-9, and VEGF-D levels-at baseline, as well as at 6 and 12 months after the initiation of doxycycline. Results: Thirty-one LAM patients received doxycycline for 12 months. Although there was effective blockade of urinary MMP-9 and serum MMP-2 after treatment, there were no significant differences between pre‑and post-doxycycline serum levels of MMP-9 and VEGF-D. On the basis of their response to doxycycline (as determined by the variation in FEV1), the patients were divided into two groups: the doxycycline-responder (doxy-R) group (n = 13); and the doxycycline-nonresponder (doxy-NR) group (n = 18). The patients with mild spirometric abnormalities responded better to doxycycline. The most common side effects were mild epigastric pain, nausea, and diarrhea. Conclusions: In patients with LAM, doxycycline treatment results in effective MMP blockade, as well as in improved lung function and quality of life in those with less severe disease. However, these benefits do not seem to be related to the MMP blockade, raising the hypothesis that there is a different mechanism of action. (Brazilian Registry of Clinical Trials - ReBEC; identification number RBR-6g8yz9 [http://www.ensaiosclinicos.gov.br])

 


Keywords: Lymphangioleiomyomatosis; Doxycycline; Matrix metalloproteinases; Respiratory function tests.

 


Estudo experimental sobre a eficiência e segurança da manobra de hiperinsuflação manual como técnica de remoção de secreção

Experimental study on the efficiency and safety of the manual hyperinflation maneuver as a secretion clearance technique

Tatiana de Arruda Ortiz, Germano Forti, Márcia Souza Volpe, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho, Marcelo Brito Passos Amato, Mauro Roberto Tucci

J Bras Pneumol.2013;39(2):205-213

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Objetivo: Avaliar, em um modelo pulmonar simulando um paciente sob ventilação mecânica, a eficiência e a segurança da manobra de hiperinsuflação manual (HM) com o intuito de remover secreção pulmonar. Métodos: Oito fisioterapeutas utilizaram um ressuscitador manual autoinflável para realizar HM com o objetivo de remover secreções, em duas condições: conforme rotineiramente aplicada durante sua prática clínica, e após receberem instruções verbais baseadas em recomendações de especialistas. Três cenários clínicos foram simulados: função pulmonar normal, doença pulmonar restritiva e doença pulmonar obstrutiva. Resultados: Antes da instrução, o uso de duas compressões sequenciais do ressuscitador era comum, e a pressão proximal (Pprox) foi mais alta em relação à obtida após a instrução. Entretanto, a pressão alveolar (Palv) nunca excedeu 42,5 cmH2O (mediana, 16,1; intervalo interquartil [IQ], 11,7-24,5), mesmo com valores de Pprox de até 96,6 cmH2O (mediana, 36,7; IQ, 22,9-49,4). O volume corrente (VC) gerado foi relativamente pequeno (mediana, 640 mL; IQ, 505-735) e o pico de fluxo inspiratório (PFI) geralmente excedeu o pico de fluxo expiratório (PFE): 1,37 L/s (IQ, 0,99-1,90) e 1,01 L/s (IQ, 0,55-1,28), respectivamente. Uma relação PFI/PFE < 0,9 (que teoricamente favorece a migração do muco em direção às vias aéreas centrais) foi obtida em somente 16,7% das manobras. Conclusões: Nas condições testadas, a HM gerou valores seguros de Palv mesmo com altas Pprox. Entretanto, a HM foi comumente realizada de um modo que não favorecia a remoção de secreção (PFI excedendo PFE) mesmo após a instrução. A relação PFI/PFE desfavorável foi explicada pelas insuflações rápidas e o baixo VC.

 


Palavras-chave: Modalidades de fisioterapia; Terapia respiratória; Mecânica respiratória; Respiração com pressão positiva.

 


Evolução da função pulmonar após tratamento com goserelina em pacientes com linfangioleiomiomatose

Evolution of pulmonary function after treatment with goserelin in patients with lymphangioleiomyomatosis

Bruno Guedes Baldi, Pedro Medeiros Junior, Suzana Pinheiro Pimenta, Roberto Iglesias Lopes, Ronaldo Adib Kairalla, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2011;37(3):375-379

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Nas células musculares lisas atípicas características da linfangioleiomiomatose (LAM) encontram-se receptores de estrogênio e progesterona, de modo que o tratamento anti-hormonal pode ser considerado uma opção, mas ainda com resultados controversos. O objetivo deste trabalho foi avaliar retrospectivamente parâmetros hormonais e espirométricos em nove mulheres com LAM após o tratamento com goserelina por um ano. Houve um aumento médio de 80 mL e 130 mL, respectivamente, em VEF1 e CVF, assim como bloqueio hormonal efetivo. Ainda não se pode excluir um potencial efeito favorável da utilização de análogos de hormônio liberador de gonadotrofina em pacientes com LAM, reforçando a necessidade de ensaios randomizados.

 


Palavras-chave: Linfangioleiomiomatose; Espirometria; Gosserrelina.

 


Fibrose pulmonar idiopática pode ser um diagnóstico transitório

Idiopathic pulmonary fibrosis can be a transient diagnosis

Martina Rodrigues de Oliveira1, Daniel Antunes Silva Pereira1, Olívia Meira Dias1, Ronaldo Adib Kairalla1, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho1, Bruno Guedes Baldi1

J Bras Pneumol.2016;42(1):74-75

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Frequência de sintomas de asma e de redução da função pulmonar entre crianças e adolescentes nadadores amadores

Incidence of asthma symptoms and decreased pulmonary function in young amateur swimmers

Iara Nely Fiks, Leonardo Carlos Araujo Santos, Telma Antunes, Raquel Calvo Gonçalves, Celso Ricardo Fernandes de Carvalho, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2009;35(3):206-212

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Objetivo: Investigar a frequência de sintomas de asma entre crianças e adolescentes nadadores amadores e descrever o tratamento clínico entre as crianças asmáticas em um clube esportivo privado na cidade de São Paulo. Métodos: Foram incluídos no estudo 171 nadadores amadores de 6 a 14 anos de idade. Todos os participantes ou seus responsáveis foram solicitados a responder o questionário International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC), e 119 realizaram prova de função pulmonar em repouso. Resultados: A frequência geral de sintomas de asma (ISAAC ≥ 6 pontos) entre os nadadores foi de 16,8%. Entre os 119 nadadores que realizaram a espirometria, 39 (32,7%) apresentaram alterações espirométricas (VEF1/CVF < 0,75). Entre os sujeitos com escore ISAAC ≥ 6, 10 (31,2%) alegaram não realizar nenhum tipo de tratamento para a doença. Daqueles que afirmaram realizar tratamento medicamentoso, 24% faziam uso de broncodilatadores mas não de corticosteroides. ­Conclusões: A frequência de sintomas de asma e de alterações da função pulmonar em nadadores amadores de 6 a 14 anos foi elevada. Além disso, uma proporção considerável destes atletas não recebia tratamento.

 


Palavras-chave: Asma/terapia; Asma/diagnóstico; Criança; Natação; Exercício.

 


Identificação da diminuição da mobilidade diafragmática e do espessamento diafragmático na doença pulmonar intersticial: utilidade da ultrassonografia

Identifying decreased diaphragmatic mobility and diaphragm thickening in interstitial lung disease: the utility of ultrasound imaging

Pauliane Vieira Santana1,2, Elena Prina1, André Luis Pereira Albuquerque1, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho1, Pedro Caruso1,2

J Bras Pneumol.2016;42(2):88-94

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Objetivo: Investigar a aplicabilidade da ultrassonografia do diafragma na doença pulmonar intersticial (DPI). Métodos: Por meio da ultrassonografia, pacientes com DPI e voluntários saudáveis (controles) foram comparados quanto à mobilidade diafragmática durante a respiração profunda e a respiração tranquila, à espessura diafragmática no nível da capacidade residual funcional (CRF) e da capacidade pulmonar total (CPT) e à fração de espessamento (FE, espessamento diafragmático proporcional da CRF até a CPT). Foram também avaliadas correlações entre disfunção diafragmática e variáveis de função pulmonar. Resultados: Entre os pacientes com DPI (n = 40) e os controles (n = 16), a média da mobilidade diafragmática foi comparável durante a respiração tranquila, embora tenha sido significativamente menor nos pacientes durante a respiração profunda (4,5 ± 1,7 cm vs. 7,6 ± 1,4 cm; p < 0,01). Os pacientes apresentaram maior espessura diafragmática na CRF (p = 0,05), embora tenham também apresentado, devido à menor espessura diafragmática na CPT, menor FE (p < 0,01). A CVF em porcentagem do previsto (CVF%) correlacionou-se com a mobilidade diafragmática (r = 0,73; p < 0,01), e um valor de corte < 60% da CVF% apresentou alta sensibilidade (92%) e especificidade (81%) na identificação de mobilidade diafragmática reduzida. Conclusões: Com a ultrassonografia, foi possível demonstrar que a mobilidade diafragmática e a FE estavam mais reduzidas nos pacientes com DPI do que nos controles saudáveis, apesar da maior espessura diafragmática na CRF nos pacientes. A mobilidade diafragmática correlacionou-se com a gravidade funcional da DPI, e um valor de corte < 60% da CVF% mostrou ser altamente acurado na identificação da disfunção diafragmática por ultrassonografia.

 


Palavras-chave: Diafragma/ultrassonografia; Doenças pulmonares intersticiais; Músculos respiratórios; Testes de função respiratória.

 


Lesão por inalação de fumaça

Smoke inhalation injury

Rogério Souza, Carlos Jardim, João Marcos Salge, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2004;30(6):557-565

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A lesão inalatória é hoje a principal causa de morte nos pacientes queimados, motivo pelo qual se justifica o grande número de estudos publicados sobre o assunto. Os mecanismos envolvidos na gênese da lesão inalatória envolvem tanto os fatores de ação local quanto os de ação sistêmica, o que acaba por aumentar muito as repercussões da lesão. Atualmente, buscam-se ferramentas que permitam o diagnóstico cada vez mais precoce da lesão inalatória e ainda estratégias de tratamento que minimizem as conseqüências da lesão já instalada. Esta revisão aborda os mecanismos fisiopatológicos, os métodos diagnósticos e as estratégias de tratamento dos pacientes vítimas de lesão inalatória. Ressalta ainda as perspectivas terapêuticas em desenvolvimento.

 


Palavras-chave: Lesão por inalação de fumaça/diagnóstico. Lesão por inalação de fumaça/fisiopatologia. Lesão por inalação de fumaça/complicações. Queimaduras por inalação/terapia. Literatura de revisão. Intoxicação por monóxido de carbono/complicações.

 


Métodos diagnósticos para avaliação da força muscular inspiratória e expiratória

Diagnostic methods to assess inspiratory and expiratory muscle strength

Pedro Caruso, André Luis Pereira de Albuquerque, Pauliane Vieira Santana, Leticia Zumpano Cardenas, Jeferson George Ferreira, Elena Prina, Patrícia Fernandes Trevizan, Mayra Caleffi Pereira, Vinicius Iamonti, Renata Pletsch, Marcelo Ceneviva Macchione, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2015;41(2):110-123

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O acometimento da musculatura ventilatória (inspiratória e expiratória) é um achado clínico frequente, não somente nos pacientes com doenças neuromusculares, mas também nos pacientes com doenças primárias do parênquima pulmonar ou das vias aéreas. Embora esse acometimento seja frequente, seu reconhecimento costuma ser demorado porque seus sinais e sintomas são inespecíficos e tardios. Esse reconhecimento tardio, ou mesmo a falta de reconhecimento, é acentuado porque os exames diagnósticos usados para a avaliação da musculatura respiratória não são plenamente conhecidos e disponíveis. Usando diferentes métodos, a avaliação da força muscular ventilatória é feita para a fase inspiratória e expiratória. Os métodos usados dividem-se em volitivos (que exigem compreensão e colaboração do paciente) e não volitivos. Os volitivos, como a medida da pressão inspiratória e expiratória máximas, são os mais empregados por serem facilmente disponíveis. Os não volitivos dependem da estimulação magnética do nervo frênico associada a medida da pressão inspiratória na boca, no esôfago ou transdiafragmática. Finalmente, outro método que vem se tornando frequente é a ultrassonografia diafragmática. Acreditamos que o pneumologista envolvido nos cuidados a pacientes com doenças respiratórias deve conhecer os exames usados na avaliação da musculatura ventilatória. Por isso, o objetivo do presente artigo é descrever as vantagens, desvantagens, procedimentos de mensuração e aplicabilidade clínica dos principais exames utilizados para avaliação da força muscular ventilatória.

 


Palavras-chave: Músculos respiratórios; Força muscular; Diafragma; Testes de função respiratória, Testes diagnósticos de rotina.

 


Novos passos para a consolidação internacional do Jornal Brasileiro de Pneumologia

New steps for the international consolidation of the Brazilian Journal of Pulmonology

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho, Bruno Guedes Baldi, Carlos Viana Poyares Jardim, Pedro Caruso, Rogério Souza

J Bras Pneumol.2014;40(4):325-326

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O fator de impacto do Jornal Brasileiro de Pneumologia está chegando

The impact factor for the Brazilian Journal of Pulmonology is arriving

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2011;37(6):703-704

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O JBP que vivi

My time at the JBP

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho¹

J Bras Pneumol.2015;41(5):403-403

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O Jornal Brasileiro de Pneumologia e as bases de dados internacionais

The Brazilian Journal of Pulmonology and international databases

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2013;39(5):529-531

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Oxigenação extracorpórea por membrana na hipoxemia grave: hora de revermos nossos conceitos?

Extracorporeal membrane oxygenation in severe hypoxemia: time for reappraisal?

Luciano Cesar Pontes Azevedo, Marcelo Park, Eduardo Leite Vieira Costa, Edzângela Vasconcelos Santos, Adriana Hirota, Leandro Utino Taniguchi, Guilherme de Paula Pinto Schettino, Marcelo Brito Passos Amato, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2012;38(1):7-12

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Em 2009, muitos casos de infecção pulmonar com hipoxemia grave refratária às estratégias ventilatórias habitualmente utilizadas e às manobras de resgate para a síndrome do desconforto respiratório agudo foram relatados durante a epidemia por influenza A (H1N1). Em muitos desses pacientes, o uso de extracorporeal membrane oxygenation (ECMO, oxigenação extracorpórea por membrana) foi necessário, fato que fez reacender o interesse na ECMO globalmente. O Grupo De Estudos em Suporte Extracorpóreo foi criado visando a aprender a técnica e a utilizar ECMO no tratamento de pacientes com hipoxemia grave. Neste artigo, são discutidas as indicações de ECMO e é relatado o caso de uma paciente com hipoxemia refratária que foi tratada através de ECMO de forma bem sucedida.

 


Palavras-chave: Insuficiência Respiratória; Unidades de Terapia Intensiva; Circulação Extracorpórea com Oxigenador de Membrana.

 


Pneumomediastino, enfisema subcutâneo e pneumotórax após prova de função pulmonar em paciente com pneumopatia intersticial por bleomicina

Pneumomediastinum, subcutaneous emphysema, and pneumothorax after a pulmonary function testing in a patient with bleomycin-induced interstitial pneumonitis

Mariana Sponholz Araujo, Frederico Leon Arrabal Fernandes, Fernando Uliana Kay, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2013;39(5):613-619

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O pneumomediastino espontâneo é um evento incomum, cujo quadro clínico inclui dor pleurítica retroesternal, enfisema subcutâneo, dispneia e disfonia. O mecanismo fisiopatológico implicado é o surgimento de uma diferença de pressão entre os alvéolos e estruturas adjacentes, ocasionando ruptura alveolar com posterior dissecção da bainha peribroncovascular e infiltração do mediastino e do tecido subcutâneo pelo ar. Desencadeantes conhecidos incluem exacerbação aguda de asma e situações que exigem a realização de manobra de Valsava. Descrevemos e documentamos por imagens tomográficas a ocorrência de pneumomediastino após a realização de prova de função pulmonar em um paciente com pneumopatia intersticial induzida por bleomicina. Apesar de incomum, a associação entre provas de função pulmonar e síndromes de vazamento de ar tem sido relatada cada vez mais na literatura, e doenças pulmonares, como as pneumopatias intersticiais, contemplam alterações estruturais que facilitam a ocorrência da complicação.

 


Palavras-chave: Enfisema mediastínico; Enfisema subcutâneo; Espirometria; Bleomicina.

 


Publicações do Jornal Brasileiro de Pneumologia

Publications in the Brazilian Journal of Pulmonology

Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2013;39(1):1-4

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Punção aspirativa por agulha guiada por ultrassom endobrônquico no estadiamento do câncer de pulmão: experiência inicial no Brasil

Endobronchial ultrasound-guided transbronchial needle aspiration for lung cancer staging: early experience in Brazil

Viviane Rossi Figueiredo, Paulo Francisco Guerreiro Cardoso, Márcia Jacomelli, Sérgio Eduardo Demarzo, Addy Lidvina Mejia Palomino, Ascédio José Rodrigues, Ricardo Mingarini Terra, Paulo Manoel Pego-Fernandes, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2015;41(1):23-30

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Objetivo: A endobronchial ultrasound-guided transbronchial needle aspiration (EBUS-TBNA, punção aspirativa por agulha guiada por ultrassom endobrônquico) é um método seguro e preciso para a coleta de amostras de linfonodos mediastinais e hilares. O presente estudo teve por objetivo avaliar os resultados iniciais com EBUS-TBNA para o estadiamento linfonodal de câncer de pulmão em 3 hospitais acadêmicos no Brasil. Métodos: Análise retrospectiva de pacientes com neoplasia de pulmão diagnosticada e submetidos a EBUS-TBNA para estadiamento linfonodal mediastinal. Todos os procedimentos foram realizados sob anestesia geral. Utilizou-se um ecobroncoscópio, uma processadora de ultrassom e agulhas 22 G descartáveis e compatíveis com o ecobroncoscópio. Resultados: Entre janeiro de 2011 e janeiro de 2014, 149 pacientes foram submetidos ao estadiamento linfonodal com EBUS-TBNA. A média de idade foi 66 ± 12 anos, sendo 58% do sexo masculino. Um total de 407 linfonodos foram puncionados via EBUS-TBNA. Os tipos mais comuns de neoplasia brônquica foram adenocarcinoma (em 67%) e carcinoma escamoso (em 24%). Para o estadiamento da neoplasia, o EBUS-TBNA apresentou sensibilidade de 96%, especificidade de 100% e valor preditivo negativo de 85%. Conclusões: A EBUS-TBNA mostrou-se um método seguro e acurado no estadiamento linfonodal em pacientes com câncer de pulmão.

 


Palavras-chave: Neoplasias Pulmonares; Estadiamento de neoplasias; Broncoscopia; Aspiração por agulha fina guiada por ultrassom endoscópico; Linfonodos.

 


Ultrassom de pulmão na avaliação de derrame pleural

Lung ultrasound in the evaluation of pleural effusion

Elena Prina, Antoni Torres, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho

J Bras Pneumol.2014;40(1):1-5

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Uso de sirolimo no tratamento de linfangioleiomiomatose: resposta favorável em pacientes com diferentes manifestações extrapulmonares

Use of sirolimus in the treatment of lymphangioleiomyomatosis: favorable responses in patients with different extrapulmonary manifestations

Carolina Salim Gonçalves Freitas1, Bruno Guedes Baldi2, Mariana Sponholz Araújo1, Glaucia Itamaro Heiden1, Ronaldo Adib Kairalla3, Carlos Roberto Ribeiro Carvalho4

J Bras Pneumol.2015;41(3):275-280

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Objetivo: A linfangioleiomiomatose (LAM) é uma doença rara que é atualmente considerada uma neoplasia de baixo grau com potencial metastático e evolução variável. Os inibidores de mammalian target of rapamycin (mTOR), como o sirolimo e o everolimo, recentemente se tornaram uma opção para o tratamento de pacientes com LAM, especialmente daqueles com manifestações extrapulmonares. O objetivo deste estudo foi descrever quatro casos de pacientes com LAM no Brasil que apresentaram melhora, especialmente das manifestações extrapulmonares, após tratamento com sirolimo (em doses de 1-4 mg/dia). Métodos: Descrevemos quatro casos de pacientes com LAM e diferentes manifestações extrapulmonares tratados com sirolimo. Resultados: Após o tratamento com sirolimo por 12 meses, um paciente apresentou resolução do quilotórax de difícil manejo, um paciente teve redução significativa do volume do angiomiolipoma renal, e uma paciente apresentou regressão importante de linfangioleiomiomas retroperitoneais e linfonodomegalias abdominais. Após tratamento com sirolimo por 6 meses, um paciente apresentou redução significativa de volumoso linfangioleiomioma retroperitoneal. Conclusões: Nossos achados confirmam que os inibidores de mTOR são benéficos para pacientes com LAM, especialmente para aqueles com manifestações extrapulmonares, tais como angiomiolipomas renais, linfangioleiomiomas e derrames de origem quilosa. Entretanto, alguns pontos, tais como a dose ideal, a duração do tratamento e os efeitos adversos em longo prazo, ainda precisam ser esclarecidos para que os inibidores de mTOR possam ser incorporados na abordagem da LAM.

 


Palavras-chave: Neoplasias; Linfangioleiomiomatose/terapia; Serina-treonina quinases TOR; Sirolimo.

 


 

 


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