Jornal Brasileiro de Pneumologia

ISSN (on-line): 1806-3756

ISSN (impressa): 1806-3713

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Ano 2016 - Volume 42  - Número 4  (Julho/Agosto)

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Editorial

Educação continuada: Imagem

2 - Massas conglomeradas

Conglomerate masses

Edson Marchiori, Bruno Hochhegger, Gláucia Zanetti

J Bras Pneumol.2016;42(4):239

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Educação Continuada: Metodologia Científica

Artigo Original

4 - Perfil inflamatório e imunológico em pacientes com DPOC: relação com a reversibilidade do VEF1

Inflammatory and immunological profiles in patients with COPD: relationship with FEV1 reversibility

Cleriston Farias Queiroz, Antonio Carlos Moreira Lemos, Maria de Lourdes Santana Bastos, Margarida Célia Lima Costa Neves, Aquiles Assunção Camelier, Natália Barbosa Carvalho, Edgar Marcelino de Carvalho

J Bras Pneumol.2016;42(4):241-274

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Objetivo: Determinar se a gravidade da DPOC se correlaciona com a contagem de células no escarro, atopia e asma. Métodos: Estudo transversal com 37 pacientes com DPOC e 22 indivíduos saudáveis com função pulmonar normal (controles). As contagens de células no escarro foram determinadas por microscopia após a centrifugação das amostras. Foram realizados testes cutâneos de puntura, e as citocinas séricas foram determinadas por ELISA. Resultados: Os pacientes foram estratificados pela resposta ao broncodilatador: o grupo de limitação ao fluxo aéreo não reversível (LFAnr) envolveu 24 pacientes sem alteração significativa do VEF1 pós-broncodilatador, e o grupo de limitação ao fluxo aéreo parcialmente reversível (LFApr) envolveu 13 pacientes com reversibilidade do VEF1 (aumento do VEF1 pós-broncodilatador ≥ 12%). A proporção de eosinófilos no escarro foi maior no grupo LFApr do que no LFAnr (p < 0,01), e houve uma correlação inversa entre a proporção de eosinófilos e VEF1 (p < 0,05). Entretanto, nenhum dos pacientes apresentou histórico de asma e os resultados dos testes cutâneos não diferiram entre os dois grupos. Nas amostras de escarro dos pacientes, os neutrófilos predominaram. Os níveis séricos de TNF, IL-6, IL-8 e RANTES (CCL5) foram maiores nos pacientes que nos controles (p < 0,001), mas não diferiram entre os dois grupos de pacientes. Conclusões: Pacientes com DPOC e reversibilidade parcial do VEF1 parecem apresentar maiores contagens de eosinófilos no escarro e maior hiper-responsividade das vias aéreas que aqueles sem reversibilidade do VEF1. Entretanto, a gravidade da DPOC não se correlacionou com atopia ou perfil das citocinas.

 


Palavras-chave: Doença pulmonar obstrutiva crônica; Citocinas; Quimiocinas; Eosinófilos; Escarro/citologia; Volume expiratório forçado.

 

5 - Ecobroncoscopia radial para o diagnóstico de lesões pulmonares periféricas

Radial-probe EBUS for the diagnosis of peripheral pulmonary lesions

Marcia Jacomelli, Sergio Eduardo Demarzo, Paulo Francisco Guerreiro Cardoso, Addy Lidvina Mejia Palomino, Viviane Rossi Figueiredo

J Bras Pneumol.2016;42(4):248-253

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Objetivo: A broncoscopia convencional possui baixo rendimento diagnóstico para lesões pulmonares periféricas. A ecobroncoscopia radial (EBUS radial) emprega um transdutor ultrassonográfico rotatório na extremidade de uma sonda que é inserida no canal de trabalho do broncoscópio. O EBUS radial facilita a localização de nódulos pulmonares periféricos, aumentando assim o rendimento diagnóstico. O objetivo deste estudo foi apresentar nossa experiência inicial com o uso de EBUS radial para o diagnóstico de lesões pulmonares periféricas em um hospital terciário. Métodos: Foi realizada uma análise retrospectiva de 54 pacientes submetidos à broncoscopia guiada por EBUS radial para a investigação de nódulos ou massas pulmonares entre fevereiro de 2012 e setembro de 2013. O EBUS radial foi realizado com uma sonda flexível de 20 MHz, que foi inserida no canal de trabalho do broncoscópio até chegar à lesão-alvo. A fluoroscopia foi usada para localizar a lesão e realizar procedimentos de coleta (escovado brônquico, aspiração transbrônquica com agulha e biópsia transbrônquica). Resultados: O EBUS radial identificou 39 nódulos (média de diâmetro: 1,9 ± 0,7 cm) e 19 massas (média de diâmetro: 4,1 ± 0,9 cm). A sensibilidade global do EBUS radial foi de 66,7% (79,5% para as lesões visíveis pelo método e 25% para as lesões não visíveis pelo método). Nas lesões visíveis pelo método, a sensibilidade foi de 91,7% para massas e de 74,1% para nódulos. As complicações foram pneumotórax (3,7%) e sangramento brônquico controlado broncoscopicamente (9,3%). Conclusões: O EBUS radial apresenta bom perfil de segurança, baixo índice de complicações e alta sensibilidade para o diagnóstico de lesões pulmonares periféricas.

 


Palavras-chave: Técnicas de diagnóstico do sistema respiratório; Pulmão/ultrassonografia; Broncoscopia/métodos; Broncoscopia/instrumentação.

 

6 - Crescimento, função pulmonar e atividade física em escolares nascidos prematuros e com muito baixo peso

Growth, lung function, and physical activity in schoolchildren who were very-low-birth-weight preterm infants

Aline Dill Winck1,2, João Paulo Heinzmann-Filho3, Deise Schumann4, Helen Zatti4, Rita Mattiello3,5, Marcus Herbert Jones3,5, Renato Tetelbom Stein3,

J Bras Pneumol.2016;42(4):254-260

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Objetivo: Comparar o crescimento somático, a função pulmonar e o nível de atividade física entre escolares nascidos prematuros com muito baixo peso e escolares nascidos a termo e com peso adequado. Métodos: Foram recrutados escolares com idade de 8 a 11 anos residentes na mesma área de abrangência do estudo: prematuros e com peso < 1.500 g e controles (nascidos a termo e com peso ≥ 2.500 g). Foram obtidas medidas antropométricas e espirométricas e aplicado um questionário sobre a atividade física. Além disso, foram coletadas informações do período perinatal/neonatal dos recém-nascidos com muito baixo peso (RNMBP) de seus prontuários médicos. Resultados: Dos 93 escolares avaliados, 48 crianças no grupo RNMBP e 45 no grupo controle. Não houve diferenças significativas entre os grupos em relação às características antropométricas e nutricionais ou aos parâmetros de função pulmonar. Não foram encontradas associações entre as variáveis perinatais/neonatais e parâmetros da função pulmonar dos escolares no grupo RNMBP. Embora sem diferença significativa em relação aos níveis de atividade física, o grupo RNMBP apresentou uma tendência de ser mais ativo que o grupo controle. Conclusões: Nos escolares aqui estudados o crescimento e a função pulmonar parecem não ser afetados por prematuridade, peso ao nascimento ou nível de atividade física.

 


Palavras-chave: Nascimento prematuro; Peso ao nascer; Testes de função respiratória; Atividade motora; Pediatria.

 

7 - Falta de associação entre carga viral e gravidade da bronquiolite aguda em lactentes

Lack of association between viral load and severity of acute bronchiolitis in infants

Ana Paula Duarte de Souza, Lidiane Alves de Azeredo Leitão, Fernanda Luisi, Rodrigo Godinho Souza, Sandra Eugênia Coutinho, Jaqueline Ramos da Silva, Rita Mattiello, Paulo Márcio Condessa Pitrez, Renato Tetelbom Stein, Leonardo Araújo Pinto

J Bras Pneumol.2016;42(4):261-265

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Objetivo: Investigar a correlação entre a carga viral do vírus sincicial respiratório e o tempo de internação hospitalar em lactentes com episódios de sibilância aguda. Métodos: Este foi um estudo transversal de dois anos envolvendo lactentes de até 12 meses de idade com bronquiolite no momento da internação em um hospital terciário. Para a identificação dos vírus respiratórios foram coletadas secreções nasofaríngeas. As amostras foram analisadas (por todo o período do estudo) por imunofluorescência direta e (no segundo ano do estudo) por PCR quantitativa em tempo real para três vírus humanos (rinovírus, vírus sincicial respiratório e metapneumovírus). Resultados: Das 110 amostras avaliadas por imunofluorescência direta, 56 (50,9%) foram positivas para um único vírus, e 16 (14,5%) foram positivas para dois ou mais vírus. Nessas 72 amostras, o vírus mais prevalente foi o vírus sincicial respiratório, seguido por influenza. Das 56 amostras avaliadas por PCR quantitativa em tempo real, 24 (42,8%) foram positivas para um único vírus, e 1 (1,7%) foi positiva para dois vírus. Nessas 25 amostras, o vírus mais prevalente foi o vírus sincicial respiratório, seguido por rinovírus humano. A coinfecção não influenciou o tempo de internação ou outros desfechos. Além disso, não houve associação entre a carga viral de vírus sincicial respiratório e o tempo de internação. Conclusões: A coinfecção e a carga viral do vírus sincicial respiratório não parecem influenciar os desfechos em lactentes com bronquiolite aguda.

 


Palavras-chave: Bronquiolite; Coinfecção; Carga viral; Hospitalização; Vírus sincicial respiratório humano.

 

8 - Tradução e adaptação transcultural do questionário STOP-Bang para a língua portuguesa falada no Brasil

STOP-Bang questionnaire: translation to Portuguese and cross-cultural adaptation for use in Brazil

Lorena Barbosa de Moraes Fonseca, Erika Aparecida Silveira, Nathalia Meireles Lima, Marcelo Fouad Rabahi

J Bras Pneumol.2016;42(4):266-272

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Objetivo: Realizar a tradução e adaptação transcultural do questionário Snoring, Tiredness, Observed apnea, high blood Pressure, Body mass index, Age, Neck circumference, and Gender (STOP-Bang) para a língua portuguesa falada no Brasil, de forma a possibilitar sua aplicação como instrumento de triagem para o diagnóstico da apneia obstrutiva do sono. Métodos: Embasado nos princípios de boas práticas para a tradução e adaptação transcultural desses instrumentos, o protocolo incluiu os seguintes passos: obtenção de autorização da autora principal do questionário original; tradução, realizada por dois tradutores; reconciliação; tradução retrógrada realizada por dois professores de inglês procedentes de países de língua inglesa e fluentes na língua portuguesa; revisão da tradução retrógrada; harmonização; revisão e aprovação do questionário pela autora original; desdobramento cognitivo com 14 pacientes que responderam ao questionário; análise dos resultados; e revisão e preparação da versão final do instrumento pelo comitê revisor. Resultados: A versão final do questionário STOP-Bang traduzida para a língua portuguesa falada no Brasil apresentou uma média de clareza > 9 (em uma escala de 1-10) em todas as questões. O coeficiente alfa de Cronbach foi de 0,62, demonstrando a consistência interna do instrumento. As médias e desvios-padrão da idade, do índice de massa corpórea e da circunferência de pescoço dos pacientes foram de, respectivamente, 46,8 ± 11,2 anos, 43,7 ± 8,5 kg/m² e 41,3 ± 3,6 cm. Conclusões: O questionário STOP-Bang mostrou-se compreensível, claro e aplicável. Houve consistência na equivalência do questionário original com o traduzido e adaptado para uso no Brasil, podendo esse se tornar um instrumento de triagem amplamente utilizado para pacientes com suspeita de apneia obstrutiva do sono.

 


Palavras-chave: Apneia do sono tipo obstrutiva; Questionários; Traduções.

 

9 - Influência da insuficiência cardíaca nos volumes pulmonares de repouso em pacientes com DPOC

Influence of heart failure on resting lung volumes in patients with COPD

Aline Soares de Souza, Priscila Abreu Sperandio, Adriana Mazzuco, Maria Clara Alencar, Flávio Ferlin Arbex, Mayron Faria de Oliveira, Denis Eunan O'Donnell, José Alberto Neder

J Bras Pneumol.2016;42(4):273-278

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Objetivo: Avaliar a influência da insuficiência cardíaca crônica (ICC) nos volumes pulmonares de repouso em pacientes com DPOC, ou seja, fração inspiratória -capacidade inspiratória (CI)/CPT - e reserva inspiratória relativa - [1 − (volume pulmonar inspiratório final/CPT)]. Métodos: Após cuidadosa estabilização clínica, 56 pacientes com DPOC (24 alocados no grupo DPOC+ICC; 23 homens/1 mulher) e 32 (28 homens/4 mulheres) com DPOC isolada foram submetidos à espirometria forçada e lenta e pletismografia de corpo inteiro. Resultados: Os pacientes do grupo DPOC+ICC apresentaram maior VEF1, VEF1/CVF e VEF1/capacidade vital lenta; porém, todos os principais volumes "estáticos" - VR, capacidade residual funcional (CRF) e CPT - foram menores que aqueles do grupo DPOC (p < 0,05). A CRF diminuiu mais do que o VR, determinando assim menor volume de reserva expiratória no grupo DPOC+ICC que no grupo DPOC. Houve redução relativamente proporcional da CRF e da CPT nos dois grupos; logo, a CI também foi similar. Consequentemente, a fração inspiratória no grupo DPOC+ICC foi maior que no grupo DPOC (0,42 ± 0,10 vs. 0,36 ± 0,10; p < 0,05). Embora a razão volume corrente/CI fosse maior no grupo DPOC+ICC, a reserva inspiratória relativa foi notadamente similar entre os grupos (0,35 ± 0,09 vs. 0,44 ± 0,14; p < 0,05). Conclusões: Apesar dos efeitos restritivos da ICC, pacientes com DPOC+ICC apresentam elevações relativas dos limites inspiratórios (maior fração inspiratória). Entretanto, esses pacientes utilizam apenas parte desses limites, com o provável intuito de evitar reduções críticas da reserva inspiratória e maior trabalho elástico.

 


Palavras-chave: Testes de função respiratória; Doença pulmonar obstrutiva crônica; Insuficiência cardíaca; Espirometria.

 

10 - Avaliação da função pulmonar e sintomas respiratórios em trabalhadores da mineração de pirocloro

Evaluation of pulmonary function and respiratory symptoms in pyrochlore mine workers

Ritta de Cássia Canedo Oliveira Borges, José Cerqueira Barros Júnior, Fabrício Borges Oliveira, Marisa Andrade Brunherotti, Paulo Roberto Veiga Quemelo

J Bras Pneumol.2016;42(4):279-285

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Objetivo: Determinar a presença de sintomas respiratórios e avaliar a função pulmonar de trabalhadores da mineração. Métodos: Estudo observacional de caráter transversal realizado com trabalhadores do setor de produção de uma mineradora de pirocloro. Para avaliar os sintomas respiratórios, fatores de exposição ocupacional e tabagismo, foi aplicado o questionário de sintomas respiratórios British Medical Research Council, e a função pulmonar foi avaliada utilizando-se um espirômetro portátil. Resultados: Participaram do estudo 147 trabalhadores, todos do sexo masculino, com média de idade de 41,37 ± 8,71 anos e com tempo de exposição ocupacional de 12,26 ± 7,09 anos. Foi observado que 33 (22,44%) dos trabalhadores apresentaram sintomas respiratórios e que 26 (17,69%) dos trabalhadores apresentaram alguma alteração nos resultados espirométricos. Entretanto, os resultados espirométricos não se correlacionaram significativamente com sintomas respiratórios e tempo de exposição. Conclusões: As frequências de sintomas respiratórios e de alterações espirométricas apresentaram-se baixas quando comparadas às de estudos que envolviam exposição à poeira ocupacional. Não foram observadas associações significativas dos sintomas respiratórios com os valores espirométricos.

 


Palavras-chave: Espirometria; Mineração; Nióbio; Exposição ocupacional.

 

Comunicação Breve

11 - Transmissão recente de Mycobacterium tuberculosis resistentes aos antimicrobianos em população carcerária no sul do Brasil

Recent transmission of drug-resistant Mycobacterium tuberculosis in a prison population in southern Brazil

Ana Julia Reis, Simone Maria Martini de David, Luciana de Souza Nunes, Andreia Rosane de Moura Valim, Lia Gonçalves Possuelo

J Bras Pneumol.2016;42(4):286-289

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Estudo transversal, retrospectivo, com isolados de M. tuberculosis de pacientes de um presídio regional no sul do Brasil, caracterizado através de epidemiologia clássica e molecular. Entre janeiro de 2011 e agosto de 2014, 379 detentos foram submetidos a baciloscopia e cultura, sendo 53 (13,9%) diagnosticados com tuberculose ativa. Desses, 8 (22,9%) apresentavam tuberculose resistente a isoniazida. A genotipagem das cepas foi realizada por 15-locus mycobacterial interspersed repetitive units-variable number of tandem repeat analysis; 68,6% dos pacientes estavam distribuídos em cinco clusters, e 87,5% dos casos resistentes estavam em um mesmo cluster. Verificou-se uma frequência elevada de casos de resistência e alta taxa de transmissão recente. Estes dados sugerem a necessidade da implantação de um programa efetivo de controle da tuberculose no sistema prisional.

 


Palavras-chave: Tuberculose; Prisões; Epidemiologia molecular.

 

Artigo de Revisão

12 - Controle do tabagismo: desafios e conquistas

Smoking control: challenges and achievements

Luiz Carlos Corrêa da Silva, Alberto José de Araújo, Ângela Maria Dias de Queiroz, Maria da Penha Uchoa Sales, Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano; Comissão de Tabagismo da SBPT

J Bras Pneumol.2016;42(4):290-298

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O tabagismo é o fator de risco mais prevenível e controlável em saúde e, por isso, precisa ter a máxima atenção e ser muito mais enfocado por todos os profissionais da saúde. O tabaco é um produto de alta rentabilidade pela sua grande produção e pelo elevado número de consumidores. As políticas de controle e os recursos terapêuticos para o tabagismo avançaram muito nos últimos anos e têm mostrado resultados altamente satisfatórios, particularmente no Brasil. Entretanto, ainda resta um longo caminho a ser percorrido para que se possa considerar o tabagismo como uma doença controlada sob o ponto de vista da saúde pública. Já se observam modificações do comportamento da sociedade com relação ao tabagismo, mas ainda em escala muito lenta, de modo que os pneumologistas têm nesse setor um campo muito promissor para atuar junto a seus pacientes e a população em geral. É preciso atuar com maior ímpeto em prol das políticas de saúde e das normas de convívio social que contribuem diretamente para melhorar a saúde e a vida. Nesse aspecto, os pneumologistas podem ter um papel de maior destaque na medida em que se envolvam com o tratamento dos fumantes, a aplicação da lei antifumo e as políticas de saúde relacionadas às doenças respiratórias.

 


Palavras-chave: Produtos do tabaco; Hábito de fumar; Política de saúde; Abandono do hábito de fumar; Pessoal de saúde.

 

Cartas ao Editor

13 - Perfil de resistência de cepas de Mycobacterium fortuitum isoladas de espécimes clínicos

Resistance profile of strains of Mycobacterium fortuitum isolated from clinical specimens

Debora Ribeiro de Souza Santos, Maria Cristina Silva Lourenço, Fábrice Santana Coelho, Fernanda Carvalho Queiroz Mello, Rafael Silva Duarte

J Bras Pneumol.2016;42(4):299-301

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